Impressionante! É só vencer um "obstáculo" pra que apareça outro. Não adianta adquirir direitos e não poder usufruí-los. É certo que alguma coisa já muda, mas nunca o suficiente pra suprir a demanda de vontades. De duas uma: ou se está querendo demais ou tem alguma coisa errada que cisma em impedir que tudo flua como se anseia, como se estivesse segurando mesmo.
Não dá, é difícil esperar. Eu quero tudo rápido! (Ah! O querer...)
sábado, 21 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
Só um parêntese.
Para quem resolve buscar, criar soluções, o otimismo é indispensável. Não um otimismo de sempre enxergar o bom, mesmo que esteja ruim. É enxergar nas coisas que parecem impossíveis, possibilidades. Encontrar alternativas. Isso com o cuidado de não abandonar o real, o palpável.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
O Carnaval
Enfim pude degustar de um carnaval mais decente. Com todas as coisas boas e ruins também.
Pilotamos o bonde, partilhamos ressacas morais, fomos lavadas pela chuva, dançamos ao som das mais clássicas músicas do axé music e conhecemos pessoas... formidáveis!
Mas depois de alguns dias de folia é complicado abandonar o espírito folião.
Bem que o carnaval poderia durar mais tempo no Brasil. Já que vivemos num país reconhecido mundialmente por esta festa, por quê não durar mais uns 5 dias!? Seria adequado.
(E também mais difícil voltar à rotina.)
Pilotamos o bonde, partilhamos ressacas morais, fomos lavadas pela chuva, dançamos ao som das mais clássicas músicas do axé music e conhecemos pessoas... formidáveis!
Mas depois de alguns dias de folia é complicado abandonar o espírito folião.
Bem que o carnaval poderia durar mais tempo no Brasil. Já que vivemos num país reconhecido mundialmente por esta festa, por quê não durar mais uns 5 dias!? Seria adequado.
(E também mais difícil voltar à rotina.)
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Desmitificando
Sempre ouvi falar dos trotes universitários como algo temível. Mas cheguei a conclusão de que o trote, desde que encarado como uma brincadeira, não tem nada de monstruoso. Só é preciso aceitar que você não terá mais aquela roupa (a não ser que guarde como recordação) e levar as coisas com o mais puro espírito esportivo. Afinal, no próximo ano você já terá a oportunidade de descontar todas as pilantragens que fizeram com você ou te obrigaram a fazer. Quanto às tintas, farinha e águas misteriosas, um bom banho resolve (com a ajuda de alguns solventes). Só não pode sair chicoteando ninguém.quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
I need change
Ignorando a virada de ano, tudo só estaria continuando normalmente. Mas já que ela existe, encara-se como um novo ano. E quando esse novo ano chega, vem junto a vontade de mudar, traçar caminhos diferentes e apesar de nem sempre acontecer assim, na cabeça surge essa esperança, de mudança.
Difícil é querer mudar mas não conseguir, por achar que já estava bom. Querer e não querer, ao mesmo tempo.
O fato é que é sempre cedo pra dizer que uma etapa foi concluída. (quase)Nada muda do dia pra noite. Por mais que não seja a intenção, sempre restam assuntos pendentes e ligações difíceis de desfazer na cabeça. Chega-se a pensar que se está colhendo o que plantou em outras situações. Ou mesmo em apelar pra que essas ligações sejam mantidas, mas é necessário.
Mas ainda é cedo pra dizer "eu não consigo". Porque as coisas novas e boas ainda podem estar por vir.
Só não quero me frustrar de novo.
Difícil é querer mudar mas não conseguir, por achar que já estava bom. Querer e não querer, ao mesmo tempo.
O fato é que é sempre cedo pra dizer que uma etapa foi concluída. (quase)Nada muda do dia pra noite. Por mais que não seja a intenção, sempre restam assuntos pendentes e ligações difíceis de desfazer na cabeça. Chega-se a pensar que se está colhendo o que plantou em outras situações. Ou mesmo em apelar pra que essas ligações sejam mantidas, mas é necessário.
Mas ainda é cedo pra dizer "eu não consigo". Porque as coisas novas e boas ainda podem estar por vir.
Só não quero me frustrar de novo.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
assustador
"Leques nos séculos 17 e 18
Colocar o leque junto ao coração: conquistou meu amor.
Colocar o leque fechado junto ao olho direito: quando posso vê-lo de novo? A que horas, é respondido pelo número de varetas.
Tocar com a mão no leque ao abaná-lo: o meu desejo era estar sempre junto de ti.
Acariciar o leque fechado: não seja tão imprudente.
Tocar com o leque meio aberto nos lábios: pode me beijar
Unir as mãos debaixo do leque aberto: não traia nosso segredo.
Esconder os olhos atrás do leque aberto: amo-o
Fechar muito devagar o leque: prometo casar consigo.
Passar o leque pelos olhos: peço desculpas.
Tocar a extremidade do leque com o dedo: quero falar consigo
Tocar o leque na face direita: sim.
Tocar o leque na face esquerda não.
Fechar e abrir o leque várias vezes: você é cruel.
Deixar cair o leque: nós vamos ser amigos.
Abanar o leque muito devagar: sou casada.
Abanar o leque muito depressa: estou comprometida.
Levar o cabo do leque aos lábios: beije-me.
Abrir todo o leque: espere por mim.
Colocar o leque na cabeça: não se esqueça de mim.
Fazer o mesmo movimento com o leque, estendendo o polegar: adeus.
Segurar o leque na mão direita e em frente a face: siga-me.
Segurar o leque na mão esquerda e em frente a face: estou desejosa de o conhecer.
Colocar o leque junto da orelha esquerda: quero ver-me livre de si.
Passar o leque pela testa: você mudou.
Rodar o leque com a mão esquerda: estamos a ser observados.
Rodar o leque com a mão direita: amo outro.
Segurar o leque na mão direita: você está sendo muito precipitado."
Colocar o leque fechado junto ao olho direito: quando posso vê-lo de novo? A que horas, é respondido pelo número de varetas.
Tocar com a mão no leque ao abaná-lo: o meu desejo era estar sempre junto de ti.
Acariciar o leque fechado: não seja tão imprudente.
Tocar com o leque meio aberto nos lábios: pode me beijar
Unir as mãos debaixo do leque aberto: não traia nosso segredo.
Esconder os olhos atrás do leque aberto: amo-o
Fechar muito devagar o leque: prometo casar consigo.
Passar o leque pelos olhos: peço desculpas.
Tocar a extremidade do leque com o dedo: quero falar consigo
Tocar o leque na face direita: sim.
Tocar o leque na face esquerda não.
Fechar e abrir o leque várias vezes: você é cruel.
Deixar cair o leque: nós vamos ser amigos.
Abanar o leque muito devagar: sou casada.
Abanar o leque muito depressa: estou comprometida.
Levar o cabo do leque aos lábios: beije-me.
Abrir todo o leque: espere por mim.
Colocar o leque na cabeça: não se esqueça de mim.
Fazer o mesmo movimento com o leque, estendendo o polegar: adeus.
Segurar o leque na mão direita e em frente a face: siga-me.
Segurar o leque na mão esquerda e em frente a face: estou desejosa de o conhecer.
Colocar o leque junto da orelha esquerda: quero ver-me livre de si.
Passar o leque pela testa: você mudou.
Rodar o leque com a mão esquerda: estamos a ser observados.
Rodar o leque com a mão direita: amo outro.
Segurar o leque na mão direita: você está sendo muito precipitado."
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
curtindo uma madrugada
A rua agora tá deserta, estou escutando o passar dos segundos no meu relógio de pulso e o barulho do computador, tipo precisando ser desligado. Agora passou um ônibus, desceu um homem, ele me viu na janela, eu escondi, esperei e olhei de novo ele indo embora. Rua deserta de novo. Algumas casas estão com luzes acesas também. Agora passou um carro. Na tv, conversam Pitty e Lobão. Ninguém pra conversar comigo no msn e já visitei muitos orkuts. Daqui a pouco meu pai acorda. Até que hoje não tá muito calor. Estou sem sono pra variar, mas preciso dormir porque amanhã tenho que acordar um pouco mais cedo. Outro carro, um táxi.
Escritores que gostam dessas coisas. Detalhes, né. Só faltou eu falar do meu quarto também. Daria um bom começo de um livro, de uma autobiografia talvez. Eu leria!
Ai como eu sou à toa.
Escritores que gostam dessas coisas. Detalhes, né. Só faltou eu falar do meu quarto também. Daria um bom começo de um livro, de uma autobiografia talvez. Eu leria!
Ai como eu sou à toa.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
ô fase
Todo mundo já teve um e-mail constrangedor.
Aqueles e-mails criados no início da adolescência, numa época de modinhas ou quando foi criar o 1º e-mail, ainda inexperiente em assuntos virtuais. E que aí, com o tempo foi se acomodando, e continuando com o mesmo e-mail, ficando cada vez mais difícil de criar um novo, já que todo mundo já tem aquele velho que te causa tanto "problema".
Quem nunca teve vergonha de passar o e-mail pra alguém, principalmente pra desconhecidos, preenchendo fichas de cadastro ou qualquer coisa? Normal, já fez parte da minha vida isso também.
Nesses casos a saída é se acostumar com as zoações e constrangimentos ou ter ânimo pra criar um novo e repassar pra todo mundo, né?
Aqueles e-mails criados no início da adolescência, numa época de modinhas ou quando foi criar o 1º e-mail, ainda inexperiente em assuntos virtuais. E que aí, com o tempo foi se acomodando, e continuando com o mesmo e-mail, ficando cada vez mais difícil de criar um novo, já que todo mundo já tem aquele velho que te causa tanto "problema".
Quem nunca teve vergonha de passar o e-mail pra alguém, principalmente pra desconhecidos, preenchendo fichas de cadastro ou qualquer coisa? Normal, já fez parte da minha vida isso também.
Nesses casos a saída é se acostumar com as zoações e constrangimentos ou ter ânimo pra criar um novo e repassar pra todo mundo, né?
sábado, 3 de janeiro de 2009
Pronto, 18 anos.
Assinar:
Postagens (Atom)