"Disparo contra o sol
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou um cara
Cansado de correr
Na direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara
Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára
Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára[...]
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára"
(que melancolia!)
quarta-feira, 1 de abril de 2009
domingo, 22 de março de 2009
Será que alguém pode explicar?
Felicidade pra mim é uma coisa muito complexa. Uma análise meticulosa da minha vida no momento atual diria que eu não estou feliz, pelo simples fato de que algumas coisas estão faltando pra que eu fique feliz. Para que tudo fique bem. Mas numa análise mais generalizada e principalmente na comparação com outras "vidas", não hesitaria em dizer diante de uma pergunta, que eu sou feliz. Então eu sou feliz e não estou feliz? Será que isso é possível? Estou começando a acreditar nisso. Ah, mas continuo em busca da felicidade que alcance os mínimos detalhes.
sábado, 21 de março de 2009
Me solta!
Impressionante! É só vencer um "obstáculo" pra que apareça outro. Não adianta adquirir direitos e não poder usufruí-los. É certo que alguma coisa já muda, mas nunca o suficiente pra suprir a demanda de vontades. De duas uma: ou se está querendo demais ou tem alguma coisa errada que cisma em impedir que tudo flua como se anseia, como se estivesse segurando mesmo.
Não dá, é difícil esperar. Eu quero tudo rápido! (Ah! O querer...)
Não dá, é difícil esperar. Eu quero tudo rápido! (Ah! O querer...)
sexta-feira, 13 de março de 2009
Só um parêntese.
Para quem resolve buscar, criar soluções, o otimismo é indispensável. Não um otimismo de sempre enxergar o bom, mesmo que esteja ruim. É enxergar nas coisas que parecem impossíveis, possibilidades. Encontrar alternativas. Isso com o cuidado de não abandonar o real, o palpável.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
O Carnaval
Enfim pude degustar de um carnaval mais decente. Com todas as coisas boas e ruins também.
Pilotamos o bonde, partilhamos ressacas morais, fomos lavadas pela chuva, dançamos ao som das mais clássicas músicas do axé music e conhecemos pessoas... formidáveis!
Mas depois de alguns dias de folia é complicado abandonar o espírito folião.
Bem que o carnaval poderia durar mais tempo no Brasil. Já que vivemos num país reconhecido mundialmente por esta festa, por quê não durar mais uns 5 dias!? Seria adequado.
(E também mais difícil voltar à rotina.)
Pilotamos o bonde, partilhamos ressacas morais, fomos lavadas pela chuva, dançamos ao som das mais clássicas músicas do axé music e conhecemos pessoas... formidáveis!
Mas depois de alguns dias de folia é complicado abandonar o espírito folião.
Bem que o carnaval poderia durar mais tempo no Brasil. Já que vivemos num país reconhecido mundialmente por esta festa, por quê não durar mais uns 5 dias!? Seria adequado.
(E também mais difícil voltar à rotina.)
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Desmitificando
Sempre ouvi falar dos trotes universitários como algo temível. Mas cheguei a conclusão de que o trote, desde que encarado como uma brincadeira, não tem nada de monstruoso. Só é preciso aceitar que você não terá mais aquela roupa (a não ser que guarde como recordação) e levar as coisas com o mais puro espírito esportivo. Afinal, no próximo ano você já terá a oportunidade de descontar todas as pilantragens que fizeram com você ou te obrigaram a fazer. Quanto às tintas, farinha e águas misteriosas, um bom banho resolve (com a ajuda de alguns solventes). Só não pode sair chicoteando ninguém.quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
I need change
Ignorando a virada de ano, tudo só estaria continuando normalmente. Mas já que ela existe, encara-se como um novo ano. E quando esse novo ano chega, vem junto a vontade de mudar, traçar caminhos diferentes e apesar de nem sempre acontecer assim, na cabeça surge essa esperança, de mudança.
Difícil é querer mudar mas não conseguir, por achar que já estava bom. Querer e não querer, ao mesmo tempo.
O fato é que é sempre cedo pra dizer que uma etapa foi concluída. (quase)Nada muda do dia pra noite. Por mais que não seja a intenção, sempre restam assuntos pendentes e ligações difíceis de desfazer na cabeça. Chega-se a pensar que se está colhendo o que plantou em outras situações. Ou mesmo em apelar pra que essas ligações sejam mantidas, mas é necessário.
Mas ainda é cedo pra dizer "eu não consigo". Porque as coisas novas e boas ainda podem estar por vir.
Só não quero me frustrar de novo.
Difícil é querer mudar mas não conseguir, por achar que já estava bom. Querer e não querer, ao mesmo tempo.
O fato é que é sempre cedo pra dizer que uma etapa foi concluída. (quase)Nada muda do dia pra noite. Por mais que não seja a intenção, sempre restam assuntos pendentes e ligações difíceis de desfazer na cabeça. Chega-se a pensar que se está colhendo o que plantou em outras situações. Ou mesmo em apelar pra que essas ligações sejam mantidas, mas é necessário.
Mas ainda é cedo pra dizer "eu não consigo". Porque as coisas novas e boas ainda podem estar por vir.
Só não quero me frustrar de novo.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
assustador
"Leques nos séculos 17 e 18
Colocar o leque junto ao coração: conquistou meu amor.
Colocar o leque fechado junto ao olho direito: quando posso vê-lo de novo? A que horas, é respondido pelo número de varetas.
Tocar com a mão no leque ao abaná-lo: o meu desejo era estar sempre junto de ti.
Acariciar o leque fechado: não seja tão imprudente.
Tocar com o leque meio aberto nos lábios: pode me beijar
Unir as mãos debaixo do leque aberto: não traia nosso segredo.
Esconder os olhos atrás do leque aberto: amo-o
Fechar muito devagar o leque: prometo casar consigo.
Passar o leque pelos olhos: peço desculpas.
Tocar a extremidade do leque com o dedo: quero falar consigo
Tocar o leque na face direita: sim.
Tocar o leque na face esquerda não.
Fechar e abrir o leque várias vezes: você é cruel.
Deixar cair o leque: nós vamos ser amigos.
Abanar o leque muito devagar: sou casada.
Abanar o leque muito depressa: estou comprometida.
Levar o cabo do leque aos lábios: beije-me.
Abrir todo o leque: espere por mim.
Colocar o leque na cabeça: não se esqueça de mim.
Fazer o mesmo movimento com o leque, estendendo o polegar: adeus.
Segurar o leque na mão direita e em frente a face: siga-me.
Segurar o leque na mão esquerda e em frente a face: estou desejosa de o conhecer.
Colocar o leque junto da orelha esquerda: quero ver-me livre de si.
Passar o leque pela testa: você mudou.
Rodar o leque com a mão esquerda: estamos a ser observados.
Rodar o leque com a mão direita: amo outro.
Segurar o leque na mão direita: você está sendo muito precipitado."
Colocar o leque fechado junto ao olho direito: quando posso vê-lo de novo? A que horas, é respondido pelo número de varetas.
Tocar com a mão no leque ao abaná-lo: o meu desejo era estar sempre junto de ti.
Acariciar o leque fechado: não seja tão imprudente.
Tocar com o leque meio aberto nos lábios: pode me beijar
Unir as mãos debaixo do leque aberto: não traia nosso segredo.
Esconder os olhos atrás do leque aberto: amo-o
Fechar muito devagar o leque: prometo casar consigo.
Passar o leque pelos olhos: peço desculpas.
Tocar a extremidade do leque com o dedo: quero falar consigo
Tocar o leque na face direita: sim.
Tocar o leque na face esquerda não.
Fechar e abrir o leque várias vezes: você é cruel.
Deixar cair o leque: nós vamos ser amigos.
Abanar o leque muito devagar: sou casada.
Abanar o leque muito depressa: estou comprometida.
Levar o cabo do leque aos lábios: beije-me.
Abrir todo o leque: espere por mim.
Colocar o leque na cabeça: não se esqueça de mim.
Fazer o mesmo movimento com o leque, estendendo o polegar: adeus.
Segurar o leque na mão direita e em frente a face: siga-me.
Segurar o leque na mão esquerda e em frente a face: estou desejosa de o conhecer.
Colocar o leque junto da orelha esquerda: quero ver-me livre de si.
Passar o leque pela testa: você mudou.
Rodar o leque com a mão esquerda: estamos a ser observados.
Rodar o leque com a mão direita: amo outro.
Segurar o leque na mão direita: você está sendo muito precipitado."
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