segunda-feira, 31 de março de 2008

10 RPM

Uns ganhando, outros perdendo, machucando, comemorando, alguns namorando e mais outros terminando. E no fim de tudo eu ainda vou virar tia.
Muita coisa pra um fim de semana só.
Muita surpresa. Surpresas em geral boas, nem todas inesperadas, umas previsíveis e outras até inacreditáveis. (Que exagero, nem aconteceu tanta coisa assim)
Mais uma vez caindo nessa. Como se já não soubesse que tudo é possível. (Ou quase tudo, né?)
E falando em mudanças, né Camila.. como coisas bobas podem mudar tudo de uma hora pra outra, hein? Uma notícia, um pedido, um beijo, uma frase. Melhor, como as pessoas mudam ou sofrem mudanças com coisas bobas, seja na maneira de pensar ou de agir mesmo.

Só conclusões mesmo.

quarta-feira, 26 de março de 2008

“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.”

(Augusto Cury- Dez leis para ser feliz )

P.s.: Parabéns do Galo!

domingo, 23 de março de 2008

Joyeuses Pâques!

A Páscoa celebra a ressurreição de Jesus. Tá, isso eu já sabia.
Mas e o coelho? e os ovos?!
Agora eu também já sei! aháá
O coelho simboliza a fertilidade e os ovos o nascimento, consequentemente a ressurreição, o renascimento. (Google é cultura fi!)

Semana santa foi ótima, diga-se de passagem. Desestressante. Muito chocolate e vida boa no sítio com a família!

P.s.: Para os leigos, Joyeuses Pâques é Feliz Páscoa em francês.

Eu? Tô bem..vou indo.

sábado, 15 de março de 2008

Vai entender..

A coisa mais difícil que tem pra mim é falar sobre mim mesmo. Agora que eu tô fazendo orientação pedagógica então é que eu tô percebendo o quanto isso é difícil. Acho que pra maioria das pessoas também é. Principalmente quando essa coisa é uma qualidade.
Grande ironia: é mais fácil falar dos outros do que de nós próprios. Deveria ser o contrário porque não tem ninguém que me conheça mais do que eu mesma!
O que acontece é que é mais fácil falar uma coisa que a gente tá vendo do que falar uma coisa que a gente não tem certeza se os outros vão concordar, sem ter noção da reação dessas pessoas.
Será que é só medo ou falta de capacidade pra enxergar isso?
No meu caso então é mais complicado ainda. Acho que é mais a segunda opção. O excesso de perfeccionismo faz com que as qualidades nem passem perto do que eu penso sobre mim.
Falta de amor próprio? Não, acho que isso é relativo. Não é porque eu não consiga enxergar essas qualidades que eu não as tenha. Eu sei que tenho, só não consigo saber quais são. É um amor misterioso! kk
Ê Ana Luiza complicada!

quinta-feira, 13 de março de 2008

Momento preguiça.

Não sei se é a idade ou se é só cansaço. Só sei que eu tô assim. Sem vontade nem de sair fim de semana. Tá, uma coisa mais de leve, por aqui mesmo ainda rola, né. Mas quando envolve ter que fazer muita coisa pra dá certo já não animo mais. Isso sem falar nas preguiças escolares de sempre, né
Ahan, tô igual velha!É, talvez eu esteja mesmo.
Ano de mudanças, lembra? Pode ser que essa seja uma mudança. Outros interesses agora.
Ou também não ( o que espero que seja!). Pode ser só um momento mesmo. Que esteja precisando pra acostuma com a escola , pra organiza minha vida e começar a ter tempo e ânimo pras baladas de fim de semana! hã hã
Coisa chata essa preguiça!

quarta-feira, 5 de março de 2008

"Permanentemente mutável
Pacificamente amigável
É o meu estado e como eu ajo
Mesmo que você me agrida
Eu sei que erra também quem revida
E onde eu vou não existe a razão
Fortes são aqueles
Que transformam em luz o que é escuridão

Sigo o som da sua voz
Que me faz ouvir melhor
A redenção virá pra todos
Porque todos são um só

Coloridamente infindável
Estaticamente dançável
É a folha verde e a gota linda
Embora o seu conceito não mude
Espero que você não me julgue
Porque eu jamais vou te julgar
Felizes são aqueles
Que não vêem fronteiras para se expressar

Sigo o som da sua voz
Que me faz ouvir melhor
A redenção virá pra todos
Porque todos são um só"

(Sigo o som - Forfun)

Sim, os poetas do século XXI! Forfun não é coisa de emo, é de quem sabe o que é música boa!
Positividade, né Babi?!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Normal

Esses dias minha mãe tava me xingando porque eu falei que não gostava de receber visita (com algumas excessões). Inclusive vive me xingando por ser tão "cabeçuda". Falou que eu tô errada, que não sabe de onde eu puxei isso, que eu devia muda. Mas a questão não é que eu não goste das pessoas que vêm na minha casa, só fico incomodada em ter que fica preocupada se a pessoa precisa de alguma coisa ou se não tá gostando de outra.
Outra coisa que ela me xinga também é quando eu não cumprimento as pessoas. Tem coisa mais chata que isso? Pra mim não tem. Tenho certeza que deve ter um tanto de gente que me acha metida ou sem educação. Mas não tem jeito, não cumprimento mesmo. Não porque eu também não goste dessas pessoas que eu deixo de cumprimenta, é só preguiça mesmo e às vezes falta de intimidade. Mas juro que eu faço o possível pra tenta ser "educada"!
Mas o que minha mãe e muita gente precisa entender é que o que pra uns pode parecer falta de educação pra outros é normal. Tanto é que eu nem ligo se alguém for só um conhecido meu e não vier me cumprimentar (é, também com algumas excessões).
Agora porque isso eu já não sei. Pode ser de família, personalidade ou falta de costume mesmo. Acho que no meu caso é tudo misturado!
Pode ser que ninguém entenda ou entenda de um jeito diferente a maneira que a gente pensa. Tem gente que é autista mas ninguém tem nada com isso, né Gui? kkk
Mas fazer o que, os outros é que acostumem!

domingo, 24 de fevereiro de 2008

"A Cachorrada"

Não, não. Cachorrada é o apelido da festa que teve cachorro-quente. kkk
Deu foi história essa festinha, hein? Eu igual uma sacoleira carregando 100 pães na costas em pleno centro de Betim! E pra pedir a salsicha então, né Jebs "-Moço, eu quero 100 salsichas da mais barata!". E pra finalizar um passeio de carro novo com a Camila! kk
Mas como deu trabalho também. Isso tudo porque tem pessoas que precisam se destacar, pra não falar outra coisa.
Tá, foi bom, valeu a pena..mas não quero outra tão cedo. E nem a mãe nem os vizinhos da Jebs.
haha

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

E como a vida é uma caixinha de surpresas, hein? Quando essa surpresa acontece perto da gente então, uh.
Ás vezes boa, outras não. Umas explicáveis e outras totalmente sem noção. Mas é bobeira fica espantada com as coisas porque tem coisa mais complicada de entender do que o homem? Tem não fii. E quem faz as "coisas"? O complicado. Mas com o tempo a gente pega o ritmo e começa a acostumar.
Só não cheguei nesse tempo ainda.

"Papo cabeeeeeeça", né Letícia?

Demorou mas agora tá tudo voltando ao normal. A cabeça já tá mais tranquila e tudo começa a virar rotina. Finalmeeente eu tô gostando de um matéria e espero não ter decepções futuras, viu matemática!
"Bora que vaaamo!"

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Pode parecer que é frescura mas eu já tô neurótica com esse vestibular. Até nem escrevi nada esses dias porque não paro de pensa no que vou fazer pro resto da minha vida e eu acho chato fica falando disso com outras pessoas, reclamando da vida...
Então enquanto eu não tenho nada pra escrever, melhor é postar coisas de quem tem!
Recebi esse texto por e-mail da Aline ai e achei legal...


A Tigela de Madeira

Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade.
As mãos do velho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes.
A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam a hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa.
O filho e a nora irritaram-se com a bagunça.- "Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai", disse o filho.- "Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão".
Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação.
Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão.
O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio.
Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira.
Ele perguntou delicadamente à criança:- "O que você está fazendo?"
O menino respondeu docemente:- "Oh, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer."
O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho.
Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos.
Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos.
Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito.
Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família.
Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família.
E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.
De uma forma positiva, aprendi que não importa o que aconteça, ou quão ruim pareça o dia de hoje, a vida continua, e amanhã será melhor.
Aprendi que se pode conhecer bem uma pessoa, pela forma como ela lida com três coisas: - um dia chuvoso; - uma bagagem perdida; - os fios das luzes de uma árvore de natal que se embaraçaram.
Aprendi que, não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você sentirá falta deles quando partirem.
Aprendi que "saber ganhar" a vida não é a mesma coisa que "saber viver".
Aprendi que a vida às vezes nos dá uma segunda chance.
Aprendi que viver não é só receber, é também dar.
Aprendi que se você procurar a felicidade, vai se iludir. Mas, se focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, no trabalho e procurar fazer o melhor, a felicidade vai encontrá-lo.
Aprendi que sempre que decido algo com o coração aberto, geralmente acerto.
Aprendi que quando sinto dores, não preciso ser uma dor para outros.
Aprendi que diariamente preciso alcançar e tocar alguém. As pessoas gostam de um toque humano segurar na mão, receber um abraço afetuoso, ou simplesmente um tapinha amigável nas costas.
Aprendi que ainda tenho muito que aprender.
Aprendi que você deveria passar essa mensagem para todos seus amigos. Fiz exatamente isso. Às vezes eles precisam de algo para iluminar seu dia.
As pessoas se esquecerão do que você disse...Esquecerão o que você fez...Mas nunca esquecerão como você as tratou.


E é isso.. Ç;